A Reciclagem de Eletroeletrônicos

A partir de 2014, com o fim dos lixões como rege o PNRS art. 54, todo tipo de resíduo deverá ser destinado corretamente. Já em 2012 todas as cidades brasileiras precisarão ter seu Plano Municipal de Resíduos Sólidos.

Com isso, garante-se a destinação correta de todos os produtos e embalagens descartados.

Mas ninguém precisa esperar até lá.

Hoje, em diversas cidades, já está disponível o descarte de três grupos de substâncias altamente nocivas aos seres humanos:

- Lâmpadas fluorescentes. Algumas cidades e empresas oferecem postos de coleta. Em virtude do PNRS, todos os fabricantes e comerciantes têm a obrigação de receber o produto e encaminhá-lo corretamente. Um artigo sobre o tema pode ser lido aqui

- Baterias. As baterias automotivas usadas devem ser entregues aos próprios revendedores de baterias novas. Estes encaminham, através de um acordo setorial em nível nacional, para a reciclagem. Pilhas e baterias convencionais não têm um acordo de recolhimento único. Assim, quando entregues em pontos de coleta como bancos ou outros locais voluntários, são encaminhadas para a reciclagem através de acordos setorial dos fabricantes. Continua indefinido o destino de pilhas e baterias originárias de produtos comercializados no mercado informal, que não possuem empresa legalmente constituída no Brasil. Mais sobre o que acontece com o descarte de produtos pode ser lido aqui

- Eletroeletrônicos. Existem diversas empresas atuando no setor. Por ser um mercado em consolidação, o tipo de serviço oferecido varia em abrangência e valor. O mais importante é entender como a empresa trata o processamento e a destinação dos resíduos. Diversos temas podem ser encontrados nos nossos links